Projetos de isolamento (janelas/portas/drywall), medições e laudos conforme NBR 10151, mapas ISO 9613 e controle operacional DATEQ para bares, templos, indústria, portos e obras.
Em bairros como Centro, Lapa, Botafogo, Copacabana, Barra da Tijuca, Tijuca, Ipanema, Leblon, Recreio, Jacarepaguá, Méier, Ilha do Governador, Niterói, Flamengo, Grajaú, Madureira, medições bem executadas e controle operacional fazem a diferença entre abrir tranquilo ou acumular autuações.
Cenários com ISO 9613 priorizando dB/real e receptores sensíveis.
Quero issoJanelas/portas acústicas, drywall, piso flutuante e enclausuramentos.
Quero issoSPL alvo por ambiente/horário, histórico SPL×tempo e evidências.
Quero issoEm áreas mistas como Centro, Lapa, Zona Sul e Barra, o ruído ambiental convive com uso residencial, corporativo e turismo. Para empreendimentos que desejam operar com tranquilidade, duas frentes resolvem 80% dos problemas: especificar corretamente o isolamento acústico (fechamentos, janelas e portas acústicas, vedação de flancos) e medir com método, calibrando expectativas e documentando evidências em laudos NBR 10151.
A NBR 10151 define como avaliar ruído em áreas habitadas. Na prática: escolhem-se pontos de medição no receptor (fachada, limite do lote ou ambiente afetado), registra-se o ruído de fundo, calibra-se o sonômetro classe 1 antes e depois e reporta-se o LAeq com fotos, condições ambientais e incerteza. Esse procedimento, quando bem feito, transforma o debate em dados auditáveis e acelera licenças.
Para apartamentos e consultórios, a “trinca” janelas/portas acústicas + vedação + flancos costuma entregar o maior ganho dB/real. Em bares e templos, combinar condicionamento acústico (redução de energia interna) e operação previsível (metas de SPL por ambiente/horário) reduz picos e a percepção de incômodo pelo vizinho.
Indústria, logística e portos lidam com múltiplas fontes e receptores sensíveis. Aqui, mapas ISO 9613 simulam cenários de propagação sonora, permitindo priorizar investimentos (barreiras na linha de visada, enclausuramentos, silenciadores em dutos e ventilação) e testar “e se” antes de gastar. Validamos em campo com medições NBR 10151.
O controle operacional com equipamentos como DATEQ dá previsibilidade: define-se um SPL alvo para cada ambiente e período, registra-se o histórico SPL×tempo e cria-se uma trilha de evidência. Em fiscalizações ou auditorias, esse histórico mostra que a operação foi mantida dentro das metas.
Nosso processo começa com uma conversa objetiva sobre o problema e o objetivo (licenciar, reduzir queixas, expandir). Em seguida, fazemos diagnóstico em campo, priorizamos “vitórias rápidas” e entregamos um plano por etapas com estimativas de ganho e custo. Onde houver benefício, sugerimos instrumentar a operação para não “perder” o resultado.
O RJ exige sensibilidade territorial. Na Zona Sul, o foco é conforto em apartamentos; na Lapa, convivência com o entretenimento; na Zona Oeste, logística noturna; na Região dos Lagos, turismo e vizinhança sazonal; em Macaé/Campos/Açu, indústria e portos. Ajustamos método e comunicação para cada cenário.
Transparência é fundamental: relatórios com fotos, mapas, tabelas e registros de calibração dão segurança ao órgão licenciador e ao empreendedor. Também orientamos sobre comunicação com a vizinhança, reduzindo conflito e criando confiança.
Em obras e comissionamento, programamos janelas ruidosas, aplicamos barreiras móveis e controlamos rotas de fuga sonora (vãos, portas temporárias, telhados leves). A previsibilidade de cronograma e o aviso ao entorno são tão relevantes quanto os decibéis.
Para times internos, o treinamento NBR 10151 reduz custos e acelera respostas. Ensinamos método, instrumentação (classe 1), incerteza, elaboração de relatórios e leitura crítica de mapas ISO 9613. Em poucas horas, a equipe passa a tomar decisões técnicas com autonomia.
Nosso compromisso é com o resultado auditável: menos queixas, menos autuações, mais horas de operação contínua. Usamos a norma como base, o mapa como bússola e o controle operacional como “piloto automático”.
Se você precisa de isolamento acústico, medição e laudo NBR 10151, ou de um mapa ISO 9613 para planejar investimentos, comece falando com a gente. Um diagnóstico claro evita gastos desnecessários e acelera o caminho até a solução.
Falar agoraLimites por zona de uso e período (diurno/vespertino/noturno) exigem medir no receptor, registrar ruído de fundo e calibrar antes/depois. Um laudo NBR 10151 bem documentado e um projeto de isolamento/controle coerente resolvem licenciamento e reincidências.
Checklist: • Medição: receptor (fachada/limite/ambiente afetado), LAeq, ruído de fundo e fotos; • Isolamento: vedação de esquadrias, flancos (shafts/caixas), portas/janelas acústicas; • Operação: metas por ambiente/horário e registro (DATEQ); • Planejamento: mapas ISO 9613 para simular antes de investir; • Entregáveis: laudo NBR 10151, isolinhas por receptor crítico e plano por etapas.
Ver referência oficialPonto central em Porto da Madama (São Gonçalo) — Rio de Janeiro/RJ.
Para quem: Prefeituras/fiscalização, Empresas/engenharia, Operação de casas/templos
Duraço: 8–16h (customizável)
Para quem: Secretarias/PSIU, Fiscais e técnicos, Ouvidorias
Duraço: 8–12h
Para quem: Projetistas e integradores, Houses técnicas, Indústria/obras
Duraço: 8–12h
Atendemos Centro, Lapa, Botafogo, Copacabana, Barra da Tijuca, Tijuca, Ipanema, Leblon, Recreio, Jacarepaguá, Méier, Ilha do Governador, Niterói, Flamengo, Grajaú, Madureira e todo o estado com isolamento acústico (janelas/portas/drywall), medições e laudo NBR 10151, mapas ISO 9613 e controle operacional DATEQ.
Para O&G, portos e indústria, priorizamos mitigação dirigida e metas noturnas; para bares/templos, condicionamento + operação previsível com registro auditável; para apartamentos, soluções discretas e eficientes.
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